Coordenação e organização no transporte de colaboradores em modelos híbridos de trabalho.

Vamos imaginar um cenário: uma empresa tem 1000 colaboradores em seu quadro e, repentinamente, a frequência é alterada ao iniciar o regime de trabalho híbrido. Como reorganizar o transporte destas peças?

O trabalho híbrido veio para ficar e já conversamos um pouco sobre isso em um outro artigo, mas agora, vamos entender com mais profundidade os desafios do modelo!

Vamos imaginar um cenário: uma empresa tem 1000 colaboradores em seu quadro e, repentinamente, a frequência é alterada ao iniciar o regime de trabalho híbrido. Como reorganizar o transporte destas peças?

Não perca nossas publicações semanais sobre transporte de seus colaboradores.

Isso pode ser um problema muito grande e, para tal desafio, existem 5 pontos que devem ser considerados:

  1. Saber qual colaborador está viajando e quais os seus dias presenciais;
  2. Saber onde residem e a rota destes funcionários; 
  3. Recalcular a roteirização para motoristas e trabalhadores, não abrindo mão da eficácia e praticidade;
  4. Comunicar as novas rotas e paradas tanto para o colaborador quanto para o condutor do veículo;
  5. Verificar o bom andamento da operação.

Parece difícil – e realmente é sem as ferramentas certas – mas a Buus vai ajudar a entender ponto a ponto.

Conhecer o colaborador / Quem está viajando?

O primeiro desafio é saber quem de fato vai viajar dentre os 1000 colaboradores, e como fazer isso? Ligando individualmente para todos eles? Recebendo do responsável do setor uma lista? A verdade é que nos dois casos a organização e comunicação entre várias pessoas e setores seria desafiadora e, dentro de uma grande empresa, tempo e atenção são necessários para evitar erros – que nem sempre são evitados – além de um fluxo enorme de informações mutáveis.

Como criar uma roteirização para esses colaboradores , eficaz e prática? 

Neste ponto o processo começa a ficar ainda mais complexo e o desafio consiste em: utilizar os dados para traçar as melhores rotas, mas como fazer isso? Refazer individualmente a roteirização em uma folha de papel na garagem? Deixar a cargo dos motoristas e empresas de fretado a decisão sobre como transportar seus colaboradores, mesmo sabendo que estes não têm tecnologia e/ou interesse econômico para criar uma solução mais eficaz?

Independente da resposta, o processo nunca será o melhor possível! Criar manualmente soluções, levando em consideração os diferentes elencos de trabalhadores, geraria uma quantidade inimaginável de trabalho – e retrabalho. A única forma de administrar esta grande quantidade de informações é com ferramentas especializadas aliado ao esforço do Gestor de mobilidade e seus auxiliares.

Como comunicar as novas rotas e paradas tanto para o colaborador quanto para o condutor do veículo?

A partir da criação de novas rotas é necessário comunicar aos motoristas e passageiros com antecedência aspectos como: horários de embarque e desembarque, novos trajetos e pontos de embarque diferentes para cada um dos envolvidos na operação, e novamente perguntamos, como fazer isso? Anotando em quadro de avisos ou numa planilha no computador? 

Qualquer que seja a opção, o volume torna o trabalho longo e desgastante, tanto para o gerente quanto para os assistentes do setor e, podemos afirmar, operações mais trabalhosas custam mais!

 Como verificar a operação ?

É importante saber quem de fato usou o serviço e se o fez no momento combinado!

Se houver mal uso desse cronograma, certamente, o negócio destinará mais recursos que os necessários – e os valores são altos. Se superdimensionar a operação já é um problema, imagine o cenário oposto: a superlotação do transporte, o que, na experiência da Buus, pode gerar problemas que vão desde o não cumprimento de recomendações sanitárias – quando pensamos na dificuldade de distanciamento social – além de queixas pelo desconforto da viagem e até, em último caso, acidentes causados por esse motivo.

Sem uma ferramenta específica o controle de movimentação dos colaboradores torna-se um trabalho praticamente impossível. O motorista, muitas vezes, acaba sendo o elo informal entre os passageiros e a eficácia da operação. Ainda assim, esse ator não comunica ao departamento da empresa sobre a frequência ou não do funcionário.

Dá para perceber que não há solução mágica! Todo o processo é colaborativo e envolve ativamente tanto o gestor de transporte da empresa quanto a equipe de atendimento especializado da Buus, portanto não ponha em risco a transformação digital de seu negócio, nos procure e participe do nosso modelo de transporte com mais sorrisos.

Fale com a Buus para entrar na era da transformação digital dos transportes

O Trabalho híbrido, seus desafios e oportunidades para as empresas.

Um dos conceitos mais debatidos e estudados ultimamente nas empresas em todo o mundo é o trabalho híbrido, suas vantagens, desvantagens, consequências e como tudo isso afeta a vida do colaborador e do negócio.

Um dos conceitos mais debatidos e estudados ultimamente nas empresas em todo o mundo é o trabalho híbrido, suas vantagens, desvantagens, consequências e como tudo isso afeta a vida do colaborador e do negócio.

O fato é que a pandemia do Coronavírus acelerou o processo de implementação e ajudou a validar o modelo híbrido nas empresas de todos os portes e segmentos, além de instituições de ensino e até na vida social das pessoas. No entanto, esta antecipação forçada da metodologia, trouxe algumas dúvidas para os gestores de mobilidade responsáveis pela movimentação dos colaboradores, além de problemas na otimização de algumas empresas, mas, antes de apresentarmos seus desafios, vamos conceituar o trabalho híbrido.

Não perca nossas publicações semanais sobre transporte de seus colaboradores.

Como funciona essa metodologia de trabalho?

A metodologia híbrida de trabalho é um movimento que busca construir a experiência laboral ao redor e para o colaborador, o capacitando para o exercício de sua função independentemente de sua presença física no posto de trabalho tradicional. Apesar desta definição, vale destacar que tal modelo de trabalho traz benefícios – e muitos – para as empresas, que vão desde maior produtividade, felicidade do colaborador e retenção de talentos, até a relevante redução dos custos de operação. 

Coordenação e organização são indispensáveis e a Buus pode ajudar.

Adaptar a sua empresa a este modelo de trabalho é cada vez mais fundamental e a organização é determinante para que os pontos potencialmente positivos se tornem realidade e seu transporte não vire um grande (e difícil) quebra-cabeças. O custo do não alinhamento do transporte à demanda real pode impossibilitar a economia de centenas de milhares de Reais por mês.

Ainda no campo do transporte dos colaboradores vale considerar: o modelo híbrido reduz as movimentações e altera significativamente os custos e rotas e, para que o negócio não erre o caminho, é essencial que haja o investimento em roteirização e otimização na frota de veículos que servem aos funcionários. Pode parecer complicado organizar tudo isso, no entanto, a Buus tem a tecnologia e expertise necessárias para oferecer para seu negócio o melhor e mais otimizado modelo de fretamento de transporte para seus colaboradores. Nossas ferramentas de roteirização, reserva de assentos e controle de acesso, aliadas ao atendimento personalizado de nossa equipe de especialistas certamente vão ajudar seu negócio a chegar muito mais longe.

O formato híbrido de trabalho veio para ficar e, quanto antes seu negócio recalcular a rota e investir em otimização, maiores são as possibilidades de explorar todos os seus benefícios.

Fale com a Buus para entrar na era da transformação digital dos transportes