Gestão de Mobilidade para Indústrias – Passo 5

Como verificar se o transporte fretado está funcionando como combinado e quais são os critérios para se realizar essa avaliação.

Este post explica sobre Relatórios da operação de transporte fretado para indústrias. Para ver todas as outras atividades, clique aqui

Nossos 5 mil colaboradores estão há cerca de 2 semanas embarcando em suas novas rotas (definidas no Passo 2). Como verificar se o serviço está atendendo as expectativas de todos – e se todos estão de fato se adaptando ao novo processo?

O objetivo dos relatórios é obter informações de certo período de tempo (e em tempo real, caso seja necessário) para análise dos processos.

O Gestor de Mobilidade precisa ter as informações coletadas nesse período para responder às questões que surgem ao longo do tempo.

Geralmente as questões a serem respondidas são as seguintes:

  1. Posso verificar o que aconteceu com viagens já realizadas?
  2. Consigo verificar a relação entre quilometragem planejada versus quilometragem realizada/rodada? É possível verificar se cada real que foi gasto está justificado?
  3. Houve casos de passageiros convidados (não autorizados ou caronas) na utilização dos serviços?
  4. Consigo ratear os custos de transporte para os departamentos/clientes baseados no uso do serviço pelos colaboradores?
  5. No caso de uma empresa de auditoria (por exemplo a EY/ Deloitte/KPMG/PwC) precisar de informações sobre o uso dos serviços, é possível extraí-las do sistema com detalhes?

Percebemos que é importante que esses relatórios sejam gerados de forma periódica – por exemplo uma vez por mês – e sejam distribuídos e discutidos com as partes interessadas.

Como o transporte é muito dinâmico e envolve a interação com pessoas, a mudança leva tempo – só é possível enxergar e entender o que de fato é importante quando se avalia uma sequência de relatórios e se acompanha a adaptação a pequenas mudanças e melhorias: esse é o processo de transformação digital.

Exemplos disso são a aderência gradual dos motoristas ao novo planejamento (ou à nova forma de operação) e o engajamento dos passageiros com novas rotas ou novos processos.

Este post foi escrito por Warner Vonk com colaboração de Bryan Gonçalves.

warner

Autor: warner

CEO of Buus | Promovendo a transformação digital do transporte de colaboradores no Brasil e no mundo.

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